Comida Pet de Verdade!
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“Cuidado, não chega muito perto que ele é ciumento.”

Essa era uma frase bem comum quando eu fazia consultoria. Às vezes era do dono, às vezes da caminha, da comida, dos brinquedos … às vezes de tudo! E geralmente as consequências disso eram o motivo pelo qual eu estava chegando naquele lar.

Mas qual é a definição de ciúmes?

Dicionário Aurélio:

Dicionário Michaelis:

Então … lendo essas definições, será que os cães têm mesmo ciúmes?

Há controvérsias, mas eu sou do time que diz que não. Cães não têm a complexidade de sentimentos, emoções e paranoias necessários para um quadro de ciúmes. O que eles têm é muito mais simples, e muito mais direto – posse e proteção de recursos (sim, você é um recurso, já já falaremos disso).

Um cachorro vai dar valor a uma série de recursos em sua vida. O “grau” desse valor, vai depender em princípio do indivíduo (genética), e sem seguida da sua história (ambiente).

Quais são os recursos básicos mais comuns para qualquer animal (inclusive humanos)?

1.comida/água; 2.abrigo; 3.segurança; 4.prazer.

Quando trazemos um cão para a nossa família, damos a ele tudo isso, e ainda mais, pois nossa atenção e o vínculo que se forma entre nós permeia todos esses tópicos. Ele percebe o nosso cuidado ao dar comida, ao manter a água sempre limpa, ao dividir com ele uma casa segura, dar uma caminha só sua, ou deixa-lo subir no sofá ou cama conosco. Nós adicionamos à vida dele um recurso muito valioso, tanto que passa a ser fonte de outros dois (segurança e prazer): o nosso amor.

Então, quando ele começa a exibir comportamentos que para nós humanos parecem ciúmes, ele está, na verdade, apenas tentando manter o controle sobre esse recurso tão valioso.

Se voltarmos aos dicionários, teremos:

Dicionário Aurélio:

Dicionário Michaelis:

Comparando essas definições com as de ciúmes do início do texto, para mim fica claro que os problemas que vemos com tantos cães não são por ciúmes, mas sim, por necessidade de posse e controle de seus recursos.

Mas por que essa definição é importante? Que diferença faz? Muita!

Se eles realmente tivessem ciúmes seria muito mais complicado resolver o problema, já que envolveria emoções complexas como medo da perda do relacionamento, insegurança afetiva e comparação social. Já a posse e proteção focam no desejo de controlar o recurso e o acesso a ele, só isso. Bem mais simples, apesar de talvez menos lisonjeiro para o nosso ego…

Cães pouco socializados ou mais inseguros são mais propensos a desenvolver problemas de possessividade. A falta de exposição a diferentes pessoas, animais e situações faz com que se sintam ameaçados facilmente, e para compensar, tentem controlar ao máximo seu ambiente conhecido, e os recursos existentes nele. E já sabemos que nós, humanos dos nossos cães, somos um desses recursos, então qualquer mudança na dinâmica normal de atenção (chegada de uma visita, por exemplo), pode ser vista como uma grande ameaça.

Ok, a teoria está linda, mas o que fazer então?

A primeira coisa é entender e internalizar que esse comportamento não é benéfico para o cão, não é agradável para ele e causa stress, mesmo que muitas vezes pareça engraçado ou fofinho, principalmente nos cães pequenos. Existe uma romantização desse “ciúme” por parte de nós humanos, principalmente se for em relação a nós. Nosso ego adora pensar que nosso cão nos ama acima de tudo e todos, ao ponto de não suportar dividir-nos com ninguém. Mas sinto dizer … a base do comportamento é a mesma quando é com você ou com o osso novo que ele ganhou. E isso fica muito claro quando o mesmo cão que não deixa ninguém chegar perto do dono, também não deixa esse mesmo dono tirar o osso novo da boca dele … em ambos os casos, ele está com medo de perder o recurso, e essa não é uma sensação boa.

Então, vamos aproveitar a relação amorosa e única que temos com nossos cães de forma saudável, deixando nosso ego de lado e entendendo que eles precisam da nossa ajuda para se adaptarem à vida na sociedade e desfrutá-la ao máximo. Só nós podemos mostrar para eles como usarem seus instintos naturais de forma positiva num mundo de humanos.

O primeiro passo é fazer seu peludo se sentir seguro em seu dia a dia. Para isso, é importante o máximo de socialização. Passeios, encontros com pessoas e animais novos, cheiros diferentes, sons, terrenos, tudo vai ensinando a ele a lidar com mudanças e imprevistos de forma positiva e prazerosa, e vai fazendo dele um indivíduo mais seguro e feliz. Ao mesmo tempo, regras têm que ser introduzidas, ele precisa saber o que pode, e o que não pode. Exemplo: uma criança veio correndo e o assustou: ele pode se afastar e evitar contato; ele não pode morder.

Treinamento básico é uma benção para qualquer cão, é como a alfabetização para nós, abre um mundo de possibilidades de comunicação. Dá muita segurança para ele entender o que você está dizendo, saber o que se espera dele em cada situação. Não é maldade ensinar um cachorro a obedecer, maldade é deixa-lo inseguro e confuso, sem saber como agir ou reagir aos diferentes acontecimentos.

Outra fonte importante de segurança para ele é a previsibilidade de rotina. Isso às vezes é desafiador na nossa vida corrida, mas dentro do possível, o ideal é que ele tenha estabilidade. Exemplo: ele dorme na caminha dele no meu quarto. Quando eu acordo, abro a porta e vou até a cozinha para ele beber água e fazer xixi. Quando tomo meu café, dou a comida dele e depois saímos para passear. Voltamos, ele fica em casa e eu saio para o trabalho. Chego em casa do trabalho, saímos para uma voltinha, e quando eu janto dou a comida dele.  Claro que existem milhões de variações: crianças, outras pessoas na casa, passeadores, faxineiras, home office, a vida de cada um nessa rotina, mas ele ter alguns pontos de certeza faz muita diferença.

Por fim, ensinar a ele que os recursos estão seguros e disponíveis, ele não precisa brigar por eles.
Exercícios como:

E por último, mas não menos importante, ensinar que comportamentos agressivos não são aceitáveis, nunca. Ele nunca pode conseguir o que quer através de ameaça ou agressão. Rosnou quando você passou perto do prato? Não se afaste, fique lá, ou até se aproxime mais, até que ele pare. Rosnou para tirar o brinquedo? Tire assim mesmo (se achar que ele vai morder, coloque uma luva, ou enrole a mão numa toalha), devolva e repita, até ele parar de rosnar. Entrou entre você e outra pessoa no sofá? Coloque-o para o outro lado, ou no chão, e não deixe voltar. Rosnou quando alguém feio falar com você? Afaste-o de você e continue falando com a pessoa.

Importante : em todos esses exemplos, se o quadro de agressão já está instalado, ou seja, o peludo já faz isso rotineiramente, não está só começando e testando limites, ou se ele fica seriamente agressivo, procure a ajuda de um bom treinador. Lidar com essas situações pode ser desafiador, e até perigoso, você precisará de ajuda. Mas não desista, afinal, cachorro é tudo de bom, vai valer a pena 😊.



Cuidando deles e de você

Coisas que só acontecem com quem tem pets…
Eu ontem ouvi do meu médico o seguinte; “se você fizesse com você o que faz com seus cachorros e gatos, seus exames estariam melhores …” :-/ .

Acho que vou bloqueá-lo no Instagram …

Mas passada a piada, fiquei pensando … é verdade, né? Se olharmos bem, nós e nossos pets temos necessidades bem parecidas para uma vida longa, saudável e feliz.

Se pegarmos o livro “The Forever Dog” da Dra. Karen Becker e Rodney Habib, veremos que os pontos principais das pesquisas deles sobre longevidade dos pets são os mesmos que ouvimos dos nossos médicos sobre as pesquisas para humanos. Mas será que no nosso dia a dia, nós prestamos a atenção devida a esses pontos tão importantes? Tanto para eles, quanto para nós? Vamos ver:

1. Nutrição: A Base da Saúde

São 3 pontos principais:

1.1. A importância de uma dieta baseada em “comida de verdade”: alimentos integrais e minimamente processados, proteínas de alta qualidade, gorduras saudáveis, vegetais e ervas.

1.2. Os riscos de rações/alimentos ultra processados e com alto teor de carboidratos ruins, que contribuem para a inflamação crônica do organismo e para o aparecimento de doenças como obesidade, diabetes e alguns tipos de tumores.

1.3. A variedade na dieta é destacada como fundamental, pois fornece um espectro mais amplo de micronutrientes e pode prevenir deficiências e alergias alimentares.

Bom, meus pets estão 100% dentro desses quesitos, já que as comidas da Okena PetChef resolvem todos os itens acima lindamente. Já eu … estou bem no 1, sou vegetariana e no geral eu “como bem”, só escorrego na pizza e massas mas não é tanto assim, então ok. No 2 estou bem, raramente como ultraprocessados e evito farinhas. No 3 … tem espaço para melhora … variedade não é meu forte.

2. Estilo de Vida Ativo, física e mentalmente.

2.1. Regularidade de atividades físicas diárias adequadas para a raça, idade e condição do cão. Elas ajudam a manter o peso ideal, fortalecem o sistema cardiovascular, imunológico e aumentam a expectativa de vida.

2.2. Exercícios mentais são importantes para a saúde cognitiva. Aqui entram treinamentos de obediência, brincadeiras interativas, e atividades que ofereçam estímulos visuais, olfativos e táteis, além de resolução de problemas.

2.3. Evite o sobrepeso, ele reduz a longevidade.

Aqui, com exceção da Piolha (minha gata neuropata com problema de locomoção) que dorme literalmente 2/3 do dia, o resto está super bem. Os cães jogam bolinha todos os dias, nadam todo fim de semana, fazem aulinha LordCão de obediência e treinos de faro de objetos. E a dieta Okena mantém todo mundo no corpinho certo.  E eu? Bom, se a gente considerar “adequadas à raça e idade” uma buldogue de 17 anos … eu tô bem à beça, hehehe. Jogar bolinha para eles, será que qualifica? Netflix é exercício mental se o filme for de mistério? O item 2.3 vou ignorar. Ou seja, reprovada com louvor … 

3. Cuidados Preventivos

3.1. Check-ups regulares com um veterinário são essenciais para a detecção precoce de problemas de saúde.
3.2. Protocolo de vacinação personalizado com teste de titulação e acompanhamento individual.
3.3. Utilização de tratamentos integrativos como acupuntura, quiropraxia, fitoterapia, etc, sempre que possível.

Nesse ponto estamos todos bem😊. Cães, gatas e humana têm excelentes médicos e fazem todo o resto. Aleluia!

4. Redução da exposição a toxinas:

4.1. Minimize o uso de pesticidas, herbicidas e produtos químicos de limpeza.

4.2. Opte por produtos naturais sempre que possível.

4.3. Use água filtrada, em filtro de qualidade, que além de impurezas e químicos reduza também metais pesados.

Isso é o obvio, né? Não só para nós e nossos pets, mas para o meio ambientes e todos os seres que nos cercam. Respeite a vida, não polua sua casa, seus pets, nem seu planeta. Nesse item também estamos aprovados aqui em casa 😊.

5. O Papel do Amor e do Compromisso

Por fim, mas não menos importante, o amor e o compromisso que dedicamos aos nossos pets têm um impacto imensurável em suas vidas. A conexão emocional, o carinho e o tempo de qualidade que passamos com eles são fundamentais para seu bem-estar geral. E para o nosso!

Esse talvez seja o ponto mais simbiótico dessa relação. Toda a atenção, carinho e companheirismo que oferecemos aos nossos pets reflete diretamente em nossa vida também, no nosso bem estar e na nossa longevidade. Todos os estudos para humanos falam da importância da conexão, da empatia e das amizades para a nossa longevidade. Muitos até mostram como os pets nos ajudam nisso. Então nunca esqueçamos que essa relação tem 2 lados, e eles também precisam sentir essa conexão e compromisso. E compromisso significa fazer tempo, criar circunstâncias para estar com seu pet. Vai almoçar com amigos? Marca onde tenha varanda e seu cão possa ir, e sai mais cedo para uma volta extra com ele antes do pessoal chegar. Vai ver um filme em casa? Traz a almofada preferida do gato para o seu lado e faz um cafuné, ou brinca com a varinha de penas dele enquanto olha seu feed no celular. Vai jantar na casa de alguém que não tem pets? Pergunta se pode levar seu cachorro. Você vai se surpreender com quanta gente adora uma visita canina!

Nesse item fico feliz em dizer que estamos super bem lá em casa, e espero que você também esteja!
Nos anteriores … sempre dá para melhorar, para eles e para a gente! E você que é cliente Okena já sai na frente 😊. 

Espero que este artigo te inspire a integrar esses princípios na rotina do seu pet, e na sua, para que ambos tenham uma vida longa, saudável e feliz! Se precisar de alguma ajuda para descobrir mais sobre como ajudar seu pet a viver a melhor vida possível, estamos sempre por aqui para dar um apoio!

Daniela Prado, sócia fundadora da Okena PetChef e treinadora especializada em distúrbios comportamentais pela LordCão Treinamento de Cães desde 2002.

Rio de Janeiro de 2025

Comida de Cão serve pra Gato e Vice-Versa?

Será que existe muita diferença entre a comida do cão e do gato?

 

Muitas pessoas que têm cães e gatos na mesma casa se fazem essa pergunta: será que faz mal o cachorro comer a comida do gato? ou o gato a do cachorro? Vai fazer mal dar um pouco da comida de um para o outro?

Em geral, um cão ou um gato saudável não vai ter problemas se ocasionalmente comer a comida da outra espécie. Mas é importante que isto seja exceção e não regra!

Uma diferença fundamental entre cães e gatos é o tipo de necessidade nutricional

A razão para isso é que cada espécie requer um perfil nutricional específico para se manter saudável. Felinos e caninos são carnívoros, mas com uma diferença chave. Gatos são carnívoros estritos, ou hípercarnívoros, enquanto os cães são mesocarnívoros.

 

Um hípercarnívoro é:

  • Um animal cuja dieta possuí mais de 70% de carnes.
  • Eles podem comer frutas, grãos, fungos etc. mas precisam de carne para se desenvolverem bem.
  • Eles não têm a fisiologia necessária para digerir matéria vegetal de forma eficiente.
  • Alguns hípercarnívoros comem matéria vegetal especificamente para provocar o vômito.

 

Um mesocarnívoro é:

  • Um animal cuja dieta consiste em 30% a 70% de carnes.
  • Podem comer frutas, grãos, fungos etc.
  • São capazes de digerir e aproveitar nutrientes de matéria vegetal.
  • Podem sobreviver se alimentando apenas de matéria vegetal.

 

Importante ressaltar aqui que “sobreviver” não quer dizer viver bem. Cães podem sobreviver se alimentando apenas de matéria vegetal, mas para se desenvolverem bem e viverem com o máximo de saúde eles precisam comer carnes. Muitas vezes vemos pessoas se referindo aos cães como sendo onívoros e não carnívoros, mas isso não é correto. Em termos da taxonomia (classificação biológica), cães pertencem à ordem Carnívora e à família Canidae junto com outros mamíferos carnívoros. A quantidade de amilase (uma enzima que inicia a digestão do amido) na saliva do cão é quase insignificante, eles apresentam intestinos delgados curtos, inadequados para a digestão de carboidratos complexos, eles produzem sua própria vitamina C e possuem o pH estomacal extremamente ácido – todas características de carnívoros e não de onívoros como nós.

 

Gatos tem necessidades específicas de proteína animal, vitaminas e alimentos úmidos.

Como carnívoros estritos, gatos precisam comer carne e órgãos animais para satisfazerem suas necessidades nutricionais. Proteínas a base de plantas (grãos e legumes) não são substitutos adequados. Gatos não têm a enzima necessária para quebrar e usar a proteína vegetal de forma eficiente.

As proteínas derivadas de tecido animal contêm um perfil de aminoácidos completo para as necessidades dos carnívoros. Aminoácidos são os blocos que formam a proteína. As proteínas vegetais não contém todos os aminoácidos necessários para a saúde de um carnívoro estrito. Humanos, esses sim, onívoros, têm a capacidade fisiológica de transformar a proteína vegetal nos aminoácidos necessários à sua saúde, os cães conseguem até certo ponto, os gatos não conseguem.

Os gatos também precisam de muito mais proteína do que os outros animais. Filhotes de gatos precisam de 1.5 vezes mais proteína do que filhotes de cachorro. Gatos adultos precisam de duas a três vezes mais proteína do que um cão adulto. Os gatos também têm uma maior necessidade de um aminoácido específico que é encontrado apenas em tecido animal (cru) a Taurina.

Como os gatos evoluíram caçando presas diferentes dos cães, suas necessidades alimentares são diferentes. Por exemplo, eles têm necessidade elevada de vitamina A, que é naturalmente encontrada apenas em tecido animal,  e eles não têm a enzima necessária para converter o B-caroteno de plantas em vitamina A que é essencial para a visão, crescimento dos ossos e músculos, reprodução e saúde dos tecidos epiteliais.

Gatos também precisam de cinco vezes mais tiamina (vitamina B1) do que os cães. Um dado importante é que a tiamina não é estável nas rações comerciais comuns e seus níveis caem muito com tempo de armazenamento. Por isso muitos gatos que se alimentam somente de rações industrializadas têm deficiência de vitamina B1. O ideal é que tenham sempre grande parte da sua alimentação de comida fresca.

Outra característica biológica específica dos gatos é sua necessidade de consumir a maior parte da água através dos alimentos. Gatos domésticos, por terem evoluído de ancestrais que habitavam o deserto, não têm uma boa resposta às sensações de sede e desidratação quanto outros animais. Ou seja, eles não “sentem” sede, mesmo quando seu corpo precisa de água.

Diferente dos cães, que bebem água frequentemente, os gatos, mesmo quando alimentados com dieta seca, não sentem a necessidade de buscar outra fonte de água para compensar a diferença entre o que seus corpos necessitam e o que sua dieta fornece. Isso resulta em uma leve desidratação crônica, condição que eventualmente pode levar a doenças do trato urinário ou rins. Por isso é tão importante dar alimentos úmidos aos gatos diariamente.

 

Dietas específicas e de qualidade são a melhor opção para cães e gatos

O resumo da ópera é o seguinte:

  • Cães e gatos precisam de dietas específicas
  • Gatos não viverão bem comendo uma dieta para cães e vice versa.
  • A qualidade dos ingredientes é fundamental para que uma dieta aporte tudo o que um cão ou gato precisa. Por isso dietas fresca e com ingredientes de qualidade (igual aos para consumo humano) são as mais indicadas.
  • Como dificilmente conseguimos oferecer dietas totalmente naturais (teriam que ser cruas e com presas inteiras) é importante uma suplementação também específica para cada espécie. No caso dos gatos, é fundamental que a alimentação seja úmida.

Para saber mais sobre esse assunto e sobre alimentação de cães e gato, dê uma olhada nos links: Por que trocar a ração do meu pet por alimentação natural?, Alimentação Natural para Gatos, o segredo da longevidade, Animais Carnívoros